Arquivo do mês: janeiro 2010

O maravilhoso mundo dos Fanvids

Hello, people. Nós vamos viajar hoje a noite e esse é o último post feito em tempo real que vamos ter (eu acho). Temos alguns posts programados e talvez de João Pessoa programemos mais, mas até o dia 20/02 não daremos muitas notícias…
Se tiverem algo interessante, tiverem uma resenha que querem publicar aqui, só mandar por email para nemumpoucoepico@hotmail.com.

Vocês já foram no youtube e experimentaram colocar o nome de um filme ou uma série que gostam muito? Se já, já viram o número de vídeos com uma música e um casa, ou situação, que existem?
Então, esses são os famosos fanvídeos. Tem milhares, sem brincadeira, e de tudo que imaginar. De anime à filme, de seriado a livro… Quando não tem imagens, os fãs elegem atores que seriam os personagens e fazem vídeos mesmo assim.
Eu adoro ficar procurando vídeos com minhas músicas favoritas… e algumas vezes, eu nem gosto da música, mas ela combina tanto com o vídeo que no final o resultado é muito bom!

Dessa vez, selecionei uns que eu gosto muito! Vamos lá.


Esse primeiro é com a música Hot&Cold e Mr. Darcy e Elizabeth Bennet! Sim! A música combina direitinho e o autor fez uns efeitos super legais, observem:

Esse é de Supernatural, com Running Up that Hill do Placebo. A letra tem tudo a ver, a escolha das imagens foi perfeita e é de fazer chorar para quem vê o seriado. Os Winchesters só rodam, rodam, rodam, rodam e só conseguem piorar as coisas =/

Esse é um exemplo clássico de livro que não tem filme nem série e usam cenas de outros filmes para fazer. Esse é de Vampire Academy, Dimitri e Rose, com uma música linda do Snow Patrow. O mais incrível é como ficam bons, apesar de nenhum dos dois atores terem feito filmes juntos.

Esse é um vídeo ÉPICO, de Tróia com Battlefield, do Blind Guardian. Eu preciso dizer mais alguma coisa ou posso passar direto para o que interessa?

Senhor dos Anéis + White Stripes. Improvável? Pois é. Eu também achei um tanto absurdo, até que vi e o vídeo é incrível! A escolha de cenas foi muito digna e, tirando um ou outro momento, muito coerente.

E por último, Wicked Game + True Blood. Bondimais.

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Movie T-Shirt way of life

OK,beibes. No nosso segundo espaço dedicado à moda roupas (em especial, camisetas), trago camisetas de Filmes. Acho muito digno que depois das bandas, nós homenagiemos (isso existe?) a sétima arte, com algumas das camisetas mais legais da internet… e continuando o meu guia-supremo-de-lojas-legais-de-camiseta.

Estão prontos?




Essa primeira é uma que eu tenho (inclusive usei ela ontem!). É uma referência ao papel da Marilyn Monroe no filme “Os Homens preferem as Loiras” e é simplesmente hilária! Em todo lugar que eu vou, provoco pelo menos uma risadinha ao lerem a blusa. Ela é preta com detalhes rosa (feminina) ou azul (masculina). É da Diaba Quatro
Em bom português, quer dizer “Um homem ser rico é como uma garota ser bonita.”








Essa é de outra diva do cinema, a Audrey Hepburn. Baseada em Bonequinha de luxo, essa estampa é dourada e tem uma caricatura da Audrey. Tá, só está disponível como regata,que tecnicamente não é camiseta, mas vale. Ela é lindinha demais e atende a todas aquelas pessoas que choraram no último post dizendo que moram no inferno em lugares quentes. Essa também é da Diaba Quatro!










A próxima é de Kill Bill, do Quentin Tarantino. No melhor amarelo cone de trânsito possível, temos a lista de assassinatos da Noiva, terminando com Bill. Só faltou uns vermelhinhos assim, para ficar legal. O interessante é que essa tem a gola e as mangas pretas, então acho que o corte dela deve ter uma gola mais aberta.  Mais fotos e detalhes, no La Película.








Essa é da HotTopic, que foi indicada no último post como o paraíso das camisetas. É gringa, mas é segura. A única coisa é que não compensa comprar só uma camiseta pelo frete, então é melhor se juntar com as amigas para isso. A blusa é roxinha e é o início da Alicemania, é claro. Ela sempre esteve por aí, mas com o filme do Mr. Burton, vai ficar muito mais intensa. Que tal ser a primeira a ter uma blusa do filme da Alice para poder chamar todo mundo de poser?? (hahaah!)
Essa vale TOTALMENTE a pena!





A última é de Back to the Future! Como o filme favorito da minha hermanita, eu precisava colocar aqui, né? Meio retrô, da Nonsense (que tem outras milhares de camisetas lindas de filmes). Nessa loja, você pode escolher o modelo e ver as cores disponíveis.  (eu recomendo esperar uma promoção para comprar, porque acho que o preço não compensa muito =/)












E chegou. Vejo vocês na próxima! ;D

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Blockbusters fedem! – Um tributo e um sacríficio aos filmes indies que só passam no CasaPark.

Você está cansado de filmes cheios de efeitos especiais, orçamentos milionários e mulheres peitudas correndo no meio de explosões?
Você está cansado de comédias românticas que subestimam a sua inteligência, com atores premiados de Hollywood fazendo papéis que até a sua priminha de cinco anos conseguiria fazer melhor?
Cansado de adaptações toscas com roteiros mal-elaborados e que inexplicavelmente ocupam 90% das salas de exibição de todo país?
Pois EU estou!
Eis aqui um post sobre filmes atuais sem encheção de linguiça e com orçamento baixo, vulgarmente conhecidos como filmes indie.

É tão loser que nem passou no cinema!


1) Juno

Duvido que tenha alguém aqui que não conheça a história da menina grávida, mas mesmo assim coloquei na lista por ser tão legal e sagaz! E também porque se não tivesse sido indicado ao Oscar, nunca teria passado no Brasil.
A trilha sonora é foda, a Juno é hilária e o Paulie é uma graça. Num ano marcado por super-produções recheadas de efeitos especiais, Juno foi um destaque justamente por ser tão simples e esperto.

2) Rebobine, Por Favor
Eu achava que o Jack Black só sabia fazer coisas imbecis. Quer dizer, nenhum problema com coisas imbecis, Tenacious D – The Pick Of The Destiny está na minha lista de 10+.
Só que aí eu vi Be Kind, Rewind. É a história de uma locadora de vídeos decadente, que tem todos as fitas desmagnetizadas após um incidente envolvendo o Jack Black. Aí para reparar o erro, eles começam a fazer versões caseiras dos filmes, tipo Rei Leão e Ghostbusters. As versões fazem muito sucesso e ameaçam fechar a locadora por infração de copyright. Falando assim parece muito idiota, mas o jeito que o filme anda é muito bom. É o tipo de filme sincero que anda em falta hoje em dia.

3) (500) Dias Com Ela

É o primeiro longa do Marc Webb, aquele tio legal que dirige vídeo clipes e dirigiu Teenagers do My Chemical Romance. Não que eu goste de My Chemical Romance.
Voltando ao assunto, (500) Dias Com Ela não é uma história de amor, é uma história sobre amor. É um cara que se apaixona por uma mulher, mas ela não se apaixona por ele. Ele é todo fofo, e ela é direta, egoísta, mal-comida, piranha, cínica e maldita. Enfim, odeio ela.
Teve gente que achou chato porque o Tom e a Summer não ficaram juntos no final, mas essa é a graça. O andamento não é linear, mostrando vários acontecimentos nos 500 dias que os dois se relacionaram.
Sem falar na trilha sonora, que é muito, muito boa. Smiths comanda!
4) Whip It!

Mais um com a Ellen Page. Vocês já leram Derby Girl, né? Ok, se não leram, é a história de uma menina, a Bliss, de uma cidadezinha chamada Bodeen. Bodeen só aparece no mapa por causa da fábrica de sorvetes Bluebonnet, e todo ano eles escolhem uma garota para estampar o outdoor da marca. O sonho da mãe da Bliss é que ela seja a garota-propaganda dos sorvetes, que nem ela foi um dia.
Só que Bliss não quer saber de nada disso. Ela gosta mesmo é de indie rock,e mais tarde descobre o Roller Derby, um esporte de pancadaria sobre patins. E além do novo jogo, ela conhece um cara lindo, o Oliver.
É um daqueles filmes sobre passagem, com umas cenas super divertidas de meninas se batendo.E é dirigido pela Drew Barrymore! Precisa de mais?
5) Atividade Paranormal
Alguém aqui tem medo de efeitos especiais e de clichês? Só sei que eu não tenho. Atividade Paranormal não é um daqueles filmes retardados que só fazem rir, realmente dá um medinho.
Dá medo porque é imprevisível, porque é quase caseiro e os atores são muito naturais. Muita gente não dormiu a noite, só pensando nas melhores (ou piores) cenas.
Tem crítico que odiou, dizendo que é tudo um grande truque, uma jogada de marketing, e blá, blá blá.
Aí eu digo: E daí?
Dá medo, isso que importa.<

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Meio Épico: Hush Hush

Hush Hush foi-me emprestado pela Larissa do Read My Mind e eu o li rapidinho, porque o livro é um daqueles que você não quer desgrudar… Mas antes, vamos à uma pequena fábula.

Nos idos de 2003, eu, Bell, conheci um mangá chamado Angel Sanctuary e desde então Anjos têm sido uma coisa fabulosa para mim, mas não no sentido tradicional. Qualquer pessoa familiar com o título da Kaori Yuki sabe que os anjos retratados por ela têm falhas como qualquer humano e dividem-se em extremamente fdps e levemente fdps. Assim como é retratado em Supernatural, anjos possuem parâmetros completamente diferente de moral e bons costumes (por motivos óbvios). De qualquer forma, qualquer coisa que retrate anjos de forma não tradicional me apetece e Hush Hush caiu nessa descrição como uma luva.

Nora Grey é uma garota comum, com notas acima da média, que vive sua vidinha em paz até que um dia o mapeamento da sua sala é modificado – e ela vê sua rotina ser virada às avessas ao se sentar do lado do misterioso Patch. Logo na primeira conversa, Patch é irônico, sarcástico e estranhamente doce, provocando em Nora sensações que ela nunca imaginou que sentiria (ou que nunca se sentiu segura sentindo). Quem era aquele garoto estranho que parecia saber tudo sobre ela? O que ele queria? Estaria mesmo ele a seguindo? E por que ninguém parecia saber nada sobre ele?

Girando em torno desse mistérios, acompanhamos Nora em sua tentativa (frustrada) de resistir ao fofíssimo Patch enquanto cada vez mais sua vida é ameaçada por estranhos acidentes. Nora é uma personagem um tanto abalada pelo falecimento recente do pai, mas é firme e decidida, daquelas que não esperam uma permissão para fazer as coisas. Ela é vulnerável e sabe disso, mas essa é a coisa que ela mais odeia nela mesma. Patch também é um personagem principal e tanto e apesar de alguns defeitos (ele é meio superprotetor às vezes, mas nada “Edward”), é um par perfeito para Nora.

O livro flui rápido e o mistério te impulsona para os capítulos seguintes. A autora consegue construir uma trama muito bem feita e sem falhas de explicação, culminando num desfecho completamente surpreendente, daqueles de deixar boqueaberto. Hush Hush é o primeiro livro de uma série, na qual o segundo livro, Crescendo, ainda nem foi lançado. Na minha singela opinião, o livro é muito bom como um volume único, terminando num ponto ideal e sem precisar de nenhuma continuação. Óbvio que a premissa de mundo (com anjos e anjos caídos) é muito interessante, mas para mim acho que a história de Nora e Patch já terminou. Espero que Crescendo seja outra história, com outros personagens, no mesmo mundo, como vários autores já fizeram.

Hush Hush é um bom passatempo e uma boa diversão. Será lançado no Brasil pela Intrinseca, mas sem previsão para lançamentos. A autora é a Becca Fitzpatrick e tem até trailer do livro. Tipo, oi? (Observação final: TODA  vez que vejo “Hush Hush” lembro daquela música das Pussycat Dolls. O que fazer!!?)

Não se deixem enganar pelo trailer, porque ele faz parecer Crepusculesco demais. Em nenhum momento o fato de Patch não ser necessariamente humano atrapalha a vida dos dois, principalmente porque ela nem sabe disso. Provavelmente numa das continuações que vão estragar o primeiro livro isso venha a acontecer, mas em Hush Hush, não. O único problema deles é que o Patch emana perigo e, bem, ele É perigoso. Mas perigoso como em se apaixonar por um delinquente juvenil.

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Freaking Epic: Muse + NIc Cester do Jet fazem cover de Back in Black, do AC/DC!

Matt, Dom, Chris, Morgan e Nic fazem a coisa mais épica desse ano (por enquanto) na Australia, em homenagem, é claro, ao AC/DC (que é australiano, incultos).
Olhem como o Matt tá se divertindo! Os saltos que ele dá! Se ele fosse só guitarrista e não vocalista também, aposto que a marca registrada dele seria dar saltos e girar enquanto toca (tudo bem que já é uma das…).

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Muiito Épico: Fábulas – Lendas no Exílio

Quem me segue no twitter deve ter observado a minha angústia quando a algumas aquisições que fiz na Comix recentemente. Além de terem demorado um século para chegar, eu ainda consegui a façanha de comprar tudo um dia antes da loja ficar em promoção. De qualquer forma, todas as minhas compras chegaram e eu comecei lendo Fábulas: Lendas no Exílio.

Capa de Fables 1

Fábulas é uma graphic novel (HQ, seja lá como você chama) iniciada em 2002, criada por Bill Willingham para o selo Vertigo da DC Comix. O encadernado com o primeiro arco de histórias foi publicado aqui pela Pixel Media, que hoje em dia é um braço da Ediouro que só tem Luluzinha Teen ao que eu saiba. Os direitos da Vertigo hoje em dia são da Panini e com o lançamento do quarto encadernado, eu senti MUITA vontade de começar a ler a série, principalmente depois que eu descobri do que se tratava…

Capa de Fables 2

Esse encadernado nos apresenta a um mundo onde todas as Fábulas foram exiladas de suas terras pelo Adversário e estão morando em duas colônias nos Estados Unidos: uma em Nova Iorque e outra numa fazenda escondida num bosque no interior. A de Nova Iorque é para todos aqueles que assumem forma humana e a fazenda é para aqueles que não tem como passar por humanos… As colônias são administradas pelo Rei Cole e pela Branca de Neve – e aí que entra a parte interessante.

Capa de Fables 3

A primeira coisa que descobrimos ao abrir a revista é que Branca de Neve é divorciada há séculos do Príncipe Encantado. Príncipe Encantado é um mulherengo patológico e aproveitador crônico e Branca, sua primeira esposa, mandou ele ir procurar a sua turma quando o encontrou na cama com Rosa Vermelha, sua irmã gêmea. Logo nas primeiras cenas, vemos Bela e Fera pedindo verbas para uma terapia conjugal , porque toda vez que brigam Fera se transforma novamente em fera.

Capa de Fables 4

Um pouco depois, somos apresentados ao Xerife das fadas… Bigby Wolf. Bigby é nada mais nada menos que o Lobo Mau, que teve seus crimes perdoados após a junção de todas as fábulas em um só lugar. Bigby recebe a visita de João, um trapaceiro crônico (de João e o Pé de Feijão), e descobre rapidamente que um crime foi cometido: Rosa Vermelha desapareceu e seu apartamento está cheio de sangue. Imediatamente, o xerife conta para Neve o ocorrido – e ela o chantageia para que a deixe participar das investigações.

Capa de Fables 5

Nesse mundo caótico que é o universo das Fábulas, acompanhamos Bigby e Neve enquanto interrogam as mais diversas personagens e nos aprofundamos no mistério que envolve o desaparecimendo de Rosa. No final, Bigby junta todos ao redor da piscina para fazer sua grande revelação com a citação brilhante: “Qualquer um que já tenha se imaginado como detetive, abertamente ou não, sonha com a chance de fazer a famosa cena do desfecho. (…) É o momento em que eu revelo QUEM fez O QUE, COMO fez e, mais importante, como EU descobri tudo isso.”. O desfecho é surpreendente e, como bonus, temos o conto “Um lobo no galinheiro”, que conta como Bigby conheceu Branca de Neve.

Fábulas foi criada por Bill Willingham e a arte dos primeiros volumes é da autoria de Lan Medina, Steve Lelaloha e Craig Hamilton. Os traços são belíssimos e a paleta de cores usada também é bem agradável aos olhos, combinando com a história rápida de invertigação que conta. As capas são uma coisa a parte, obras de arte mesmo, de autoria de James Jean e Alex Meleev. Fábulas já ganhou seiláquantosmil Eisner Awards, que é tipo o Oscar dos Quadrinhos.

Eu realmente recomendo se você gosta de contos de fada. A forma com que eles são reconstruídos é primorosa e é super divertido você ver as sutilezas do que eles se tornaram depois de séculos de convivência com o nosso mundo. Também é muito divertido ver as personalidades dos personagens e como o autor brinca com o relacionamento entre eles. Vale muito, muito, muito a pena!

Fábulas, Lendas no Exílio compreende as edições 1 – 5 de Fábulas, foi publicado como encadernado em inglês pela primeira vez em  2003 e no Brasil em 2008. Está a venda em Comix Shops e livrarias e se você não for rápido, pode acabar, que nem aconteceu com os primeiros encadernados de Sandman!

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Clash Of The Titans: Hercule Poirot vs. Sherlock Holmes

Mas ele não é careca, porra!

Ok. Antes que você pense “Como a Cherry_B é hipócrita!”, quero esclarecer para quem leu o meu revolts sobre Percy Jackson, que eu odeio comparações sem fundamento. Colocar tudo no mesmo saco, dizendo que não sei o quê e o novo não sei o quê.
Isso não é uma comparação sem fundamento, eu não vou dizer “AFF! Agatha Christie noob, copiou o Conan Doyle!”, é só que eu estou lendo Assassinato No Expresso Oriente e fiquei pensando: “E se o Poirot encontrasse com o Holmes?”
Então, no maior estilo Mundo Estranho, resolvi fazer um Duelo entre os dois, respeitando as diferenças e os pontos fortes.

“Você pensa que é muito inteligente, monsieur Holmes, mas não passa de um simples cão de caça na forma de detetive.”

“Desculpe-me a indelicadeza, Mr. Poirot, mas creio que um indivíduo tão pequeno tenha problemas de auto-estima.

Seriedade e persuasão: Os dois detetives podem honrar o Guia Do Mochileiro Das Galáxias nunca entrando em pânico, mas Poirot leva o prêmio com seus nervos de aço.
Holmes pode ser perspicaz, mas é muito volátil. Tem um hiperfoco danado, mas quando não quer fazer uma coisa, não faz.
Poirot é o tipo de sujeito engomadinho: Todo arrumado e penteado. (Não me pergunte como, já que ele é careca)
E deve ter um Q.E muito alto, já que consegue convencer e arrancar informações até de um carcereiro.

And the winner is… Hercule Poirot!

“Já tinha previsto…”

Mulheres que já pegou: Monsier Poirot que me desculpe, mas eu não me sentiria atraída por um cara com cabeça de ovo e bigodinho. Dizem que Hercule só teve um amor, que eu não sei quem é, mas deve ter na wikipédia. Seu oponente, por outro lado, é um ladies man. Em suas aventuras, conta-se o envolvimento com mais de 14 mulheres. Adler, a mau-caráter, foi a mais importante de todas.
Holmes era descrito como um homem charmoso, alto, magro e com queixo quadrado. Tirando a parte do queixo, eu pegava.

And the winner is… Sherlock Holmes!

Apesar de todas as suas aventuras, sabemos quem é o amor da vida de Holmes. -q

Conhecimentos gerais: Holmes é preguiçoso. Ao mesmo tempo que é fluente em várias línguas e bom de briga, não sabe porra nenhuma de astronomia e coisas que ele julga chatas. Não gosta de ficção também. Ele seria o gordinho que cria um tópico para perguntar “O QUE É BBB?” ao invés de procurar no google.
Poirot não. Além de sua área de atuação, gosta de literatura e essas coisas.

And the winner is… Hercule Poirot!

Força:
Holmes é inteligentíssimo, mas além disso, é especialista em boxe, esgrima e singlestick.
Poirot é mais verbal. Não faz perseguições e não se esconde na carruagem do suspeito, resolve tudo entrevistando as testemunhas e os suspeitos. O resto ele liga tudo na mente dele.
Apesar do Poirot nunca fazer gordice, o Holmes ganha ponto por ser mais completo.

Dê uma olhada nesse peitoral definido, gordão!


Inteligência:
Esse é um item bobo.
Porque os dois são super-inteligentes, super-observadores e super- perspicazes.
Poirot é metódico, calmo e persuasivo. Sabe ligar os fatos às evidências e aos suspeitos, juntando cada pedacinho e tecendo uma (ou várias) conclusão na sua “massa cinzenta”.
Holmes tem o racicínio rápido e a observação. Liga as evidências aos seus conhecimentos, criando um desfecho sempre muito dramático. (ele nunca diz nada para ninguém, só para surpreender todo mundo no final)

And the final winner is… Empate!

“Marmelada!”

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Arquivado em diversão, livro, Poirot, Sherlock Holmes