Sherlock Holmes, eu te amo!


Ontem eu vi Sherlock Holmes, e bom, eu achei… foda.
Para quem não sabe, nosso detetive preferido sofria de DDA, apesar de ser tão observador 😛

Antigamente, os filmes de Sherlock Holmes eram todos parecidos: O inglês super-inteligente com sua boina de caçador, cachimbo curvo e seu amigo que parece mais um empregado, o Watson. Claro, Holmes nunca foi descrito assim nos livros. Os filmes antigos não mencionam que o cara era cheio de defeitos, era inquieto e praticante de boxe, esgrima e singlestick.

Você é um saco!

Aí o Guy Ritchie lança o novo filme do Sherlock Holmes, diferente de todos aqueles clichês velhos e irritantes.

No começo, aparece Holmes e Watson prendendo o Lord Blackwood, por ter matado 5 meninas num ritual de magia negra. Seria a última aventura dos dois, por causa do casamento do Watson. Blackwood é enforcado, mas outros problemas aparecem. Aparentemente, o Lord ressucitou, mas é claro que Holmes não acredita nessa besteira. Então vão os dois (Watson meio a contragosto) resolver o mistério.

Eu amei o ritmo ágil, as perseguições, as manias de Holmes, as reclamações do seu BFF Dr. Watson e a Adler, que é encantadora e divertida (Na obra de Conan Doyle, ela aparece em um O Escândalo Da Boêmia).
Não é aquela coisa “eu… estou… resolvendo… o… mistério… *dorme*” é mais para “Eu estou resolvendo o mistério, enquanto vasculho a cena do crime e os lugares para onde ela me leva e fujo dos criminosos ao mesmo tempo!”

Você é foda!

O filme mostra um detetive boêmio, orgulhoso e muito esperto, diferente do velho senhor classudo e arrogante que habitava nossa imaginação. E um Watson bonito (isso é importante!), sagaz e inteligente, que não é o gordinho que só faz gordices que pensávamos que ele era!

Watson que não faz gordice.

Vocês ainda podem reclamar do roteiro, que estava meio óbvio. Mas é claro que não é a mesma coisa de pegar a obra do Conan Doyle e ir juntando as peças!
É uma adaptação, e na minha opinião o Guy Ritchie teve mão hábil ao pegar a essência verdadeira do detetive e transformar numa aventura emocionante e dinâmica.

Ah, e DDA? Isso pra mim é coisa de meio-sangue!
Aposto que o Holmes era filho de Zeus e o Watson era filho de Atena! (Se não entendeu, deixe de ser fanfarrão e vá ler Percy Jackson.)

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3 Comentários

Arquivado em diversão, Filme, resenha, Sherlock Holmes

3 Respostas para “Sherlock Holmes, eu te amo!

  1. Lily

    Não estava animada pra ver esse filme, mas ultimamente ando sem animação pra ver qualquer um e chaga lá e o filme é ótimo! Vou dar um jeito de assistir. 😉

  2. meli

    Vi ontem! concordo em grau, número, sujeito, predicato… tudo que vc disse!O Guy deu uma revigorada no personagem que todo mundo tinha outra versão na cabeça e fico show de bola!

  3. Lisa

    Assisti o filme essa semana tb. Achei bom, mas acho que o cinema ruim da minha cidade atrapalhou um pouco meus sentimentos pelo filme. Nem te conto a quantidade de perrengues q a gente enfrentou no dia (no meio do filme chegou até a faltar luz).Uma coisa que eu notei foi a semelhança entre Holmes/Watson e House/Wilson. Nada mais normal, afinal a série do médico ranzinza já cansou de dizer que foi inspirada no detetive da Baker Street. Mas não sabia que o Holmes era tão sacana qt o House.bjsLisa

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