Let’s Dance to Joy Division!

Uma das coisas que me faz mais feliz é ouvir música triste. Depois dessa afirmação você deve ter começado a achar que eu sou alguma maníaca-depressiva tipo Shirley Manson que só fica feliz quando chove. Não é verdade, porque eu também fico feliz quando faz sol.
Mas cara, quando eu estou ansiosa ou contente, meu primeiro impulso é puxar meu Ipod ouvir toda a minha playlist suicídio, com direito à fase mais sombria do The Cure e muito The Smiths. Smiths é uma das bandas mais preferidas de todas, sabiam?

Se você está se sentindo radiante e iluminado, com direito a pequenos arco-íris e unicórnios pairando sob sua cabeça, eu aconselho ardentemente a não ler o resto deste post. A menos é claro, que você seja uma daquelas pessoas que nem eu, que ficam felizes quando ouvem músicas deprimentes. Seja como for, o aviso foi dado.

Isolation – Joy Division
Joy Division é tãão legal. Essa é provavelmente minha música predileta deles, porque sei lá, lembra um pouco o New Order apesar de ainda ter aquela bateria quase militar e a voz do Ian Curtis. Sem falar na letra, né?

Creep – Radiohead
Esta daqui é do começo da carreira do Radiohead. É provavelmente a música mais famosa deles também. Mas e daí? É legal, é auto-depreciativa e é deprimente.

Please, Please, Please, Let me Get What I Want – The Smiths
Cara, essa é trilha sonora dos irmãos Baudelaire e de todas as pessoas miseravelmente desventuradas do mundo.

See the life I had can make a good man turn bad…

Crush – Garbage
Essa é a razão porque a Shirley Manson me dá medo. De todas as músicas do Garbage, essa consegue ser a mais doentia e genial. Creepy.

Prayers For The Rain – The Cure
O The Cure por muito tempo foi uma banda gótica mesmo, toda mórbida e talz. Essa daqui é cortesia do Disintegration, o melhor álbum deles na minha opinião. O Robert Smith canta como se tivesse sido golpeado no estômago.

Bela Lugosi’s Dead – Bauhaus
Oook. Eu não sou uma viciada em Bauhaus, essa é uma das poucas músicas que eu conheço. Mas aparece no começo do The Hunger, o filme de vampiro que o David Bowie protagonizou e que eu não vi, porque a Bell disse que apareceram três cenas com mamilos nos dez primeiros minutos de filme.

Mas é Bauhaus, cara. Góticos esquisitos dançam essa música. E vampiros são legais, se você ignorar Twilight e Vampire Diaries.

The One I Love – R.E.M
Quem ouve The One I Love sem prestar atenção acha que é só mais uma música de amor.
Não, não é.
É uma canção malvada e cínica sobre deixar deixar seu amor para trás.
Por isso é muito boa.

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