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Medo do Escuro – Shortficion de Hugo, o Vampiro!!

Adicionada ^-^
Eu me empolguei e saiu, haha!

Leia AQUI! (E comentem, amiguinhos.)

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Roller Derby – Patins, minissaias e arranhões


Infelizmente, eu nunca aprendi a patinar quando era pequena.
Siiim, me chame de sem infância, mas eu tinha um pouco de medo de cair no chão, quebrar todos os dentes e morrer engasgada com o meu nariz.
Preferia uma bicicleta.
Porém, há pouco tempo, eu li um livro MUITO LEGAL da Shauna Cross, “Derby Girl”.
É a história da Bliss, que descobre um esporte alternativo punk rock old school true EPIC death metal from hell chamado, hm, Roller Derby.

Mas o que DIABOS é Roller Derby?
Bom, imagine uma pista de patinação. Imagine um bando de garotas malucas (Nem sempre foi um esporte predominantemente feminino, fica a dica) se esmurrando e desviando de outras garotas caídas. Imagine uniformes divertidos e apelidos como duplo sentido. (Malice In Wonderland, Babe Ruthless, Dinah Might)

Como podemos ver, é um esporte muito gracioso.

O Roller Derby surgiu lá pelos anos 30, e consistia mais numa corrida do que num esporte de contato. Só que os organizadores perceberam que os momentos de choque entre os competidores eram muito mais legais do que um bando de idiotas correndo.
Aí eles pensaram “MWHUAHUAHUHA” e o esporte ganhou reputação de rápido, violento e cruel.
Nos anos 70, perdeu um pouco de força, mas no começo dos anos 2000 ele voltou mais forte do que nunca, com as ligas femininas do sul dos Estados Unidos.
Querem as regras?
O jogo consiste em uma série de corridas (chamadas jam, que duram dois minutos cada) entre dois times, cada um com cinco jogadoras. Uma atacante (a única que marca pontos), três zagueiras e uma pivô. Dá para diferenciá-las pelo capacete: a atacante tem uma estrela nele, as zagueiras usam capacete liso e a pivô usa o capacete listrado.
No começo da partida, as zagueiras e a pivô ficam em fileira, em cada lado da pista e o árbitro apita. Então, elas patinam em grupo enquanto as atacantes esperam na linha de partida.
Quando as outras estão a 6 metros da linha de partida, as atacantes já podem, hãã, atacar.
Na verdade, elas tem que desviar das zagueiras malvadas e chegar ao outro lado. Na primeira volta, as atacantes não marcam pontos, mas a garota estrelada que desviar da pivô vira a atacante líder e pode parar a corrida colocando as mãos no quadril.
Os pontos começam a partir da segunda volta, cada jogadora ultrapassada pela atacante conta um ponto.
Quando terminam os jams os juízes contam os pontos e acontece a esperada hora do “And the winner is…”

Muito ÉPICO, não é?

Mas só existem equipes de Roller Derby em São Paulo, o que é trágico. -FUUU!
E quando você vai numa loja de esportes mainstream como a Centauro e pergunta onde está o Equipamento de patinação os vendedores seguram o riso e dizem “Deve ter lá na Rihappy ou na Ciatoy!”

Um esporte tão foda quanto patinação realmente deveria ser mais conhecido no Brasil. D:

Vale lembrar que o Roller Derby é democrático, garotas de todos os tipos físicos podem participar. Gordinhas e magrelas, não temam!

Antes que você vá ao Parque da Cidade treinar um pouco, não esqueça que NÃO DÁ para praticar Roller Derby com os seus velhos patins in-line ou seus patins artísticos, a menos que você queira desfilar por aí com uma bela botinha branca.

Contemple a glória do patins para Roller Derby!

Ah, vai ter até um filme, Whip It, dirigido pela Drew Barrymore e estrelando a Juno Ellen Page, como a Bliss!

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