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Músicas de Vinte e Um?

Ok, eu não tenho mais o que fazer da vida. Eu deveria estar estudando (deve ser a frase que eu MAIS falo no universo, hahaha!!!) mas estou aqui, sem fazer nada.
Buscando algo para fazer a sessão do blog Let’s Dance sobre música francesa, lembrei que Au Port, da Camille, me ajudou muito numa das passagens que eu escrevi porque… bem, a letra tem muito a ver com a Nara (é a personagem principal, digam oi para ela!). A outra é Bones, do The Killers . Quatro capítulos inteiros foram escritos ouvindo ela, em loop, eternamente.
Nos dois clipes vocês percebem que temos praia… É, embora eu more em Brasília, a história se passa numa cidade litorânea localizada em algum lugar do nordeste com semelhanças bizarras com a capital da Paraíba, que é meu local de passar férias.
Só dizendo. Elas são mera coincidência (mentirosa!)

Vamos aos clipes!

Au Port – Camille

(A letra em francês pode ser lida aqui, aí embaixo vai só a tradução. Não fui eu que traduzi #preguiçosa)

Ei, menininha! você bebe água e está bêbada
Lá onde você se afoga mesmo que dê pé você afunda
No porto! No porto!

Ei, louquinha! Não nade à braço e sim de crawl
Para a travessia você precisaria de ombros
Dos corpos! Dos corpos!

Mas ele é diferente, ele nasceu no oceano
É um grande capitão, um amante monumental
Você está perdida lá dentro…

Hei, menininha! A gente nunca é dois quando vai embora
Tem sempre um para soltar e outro para definhar
No porto! No porto!
Ei, jarrozinho! Com os seus potes de geléia
Você partirá com um pirulito mas não para a aventura
No Norte! No Norte!
Mas ele é diferente, ele nasceu no Monte Branco
É um grande alpinista, um amante monumental
Você perdeu a pista dele
Ei, freirinha! Se lá adiante você o encontrar
Não traga de volta para o cardeal abrir para você
De novo! De novo!
Ei, larvinha… Eu sou você mesma e eu estou falando com você
Você já é bem grande então levante-se e solte suas muletas
No porto! No porto!
Seu coração de menininha está morto…
Ei, menininha! À sua direita o Arco do Triunfo
Ei, menininha! À sua esquerda há o Deus que ronca
Ei, menininha! Á frente tem as pirâmides
Ei, menininha! Atrás o gênio da Bastilha

Bones – The Killers

(Vou colocar essa só em inglês, a tradução você pode ver aqui.)

Come with me
We took a back road,
we’re gonna look at the stars
We took a back road in my car
Down to the ocean,
it’s only water and sand
And in the ocean, we’ll hold hands

But I don’t really like you
Apologetic and dressed in the best
but on a heartbeat glide
Without an answer, the thunder speaks from the sky

And on the cold, wet dirt I cry
And on the cold, wet dirt I cry

Don’t you wanna come with me?
Don’t you wanna feel my bones on your bones?
It’s only natural

A cinematic vision ensued like the holiest dream
It’s someone’s calling?
An angel whispers my name
but the message relayed is the same:
“Wait till tomorrow, you’ll be fine.”
But it’s gone to the dogs in my mind

I always hear them when the dead
of night comes calling to save me from this fight
But they can never wrong this right

Don’t you wanna come with me?
Don’t you wanna feel my bones on your bones?
It’s only natural.
Don’t you wanna swim with me?
Don’t you wanna feel my skin on your skin?
It’s only natural.

Never had a lover,
never had soul.
Never had a good time,
Never got gold.

Don’t you wanna come with me?
Don’t you wanna feel my bones on your bones?
It’s only natural. Don’t you wanna swim with me?
Don’t you wanna feel my skin on your skin?
It’s only natural. Don’t you wanna come with me?
Don’t you wanna feel my bones on your bones?
It’s only natural. Come and take a swim with me.
Don’t you wanna feel my skin on your skin?
It’s only natural.

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Atualizações…

Deuses dos Céus virou VINTE E UM, ganhou sinopse e tudo o mais.
Talvez ganhe capa em breve!
Como somos chiques, né??

Vocês sabem, eu tenho problemas com terminar histórias. Sempre chegou bem perto do final e… PUF. Eu fiz isso com Sinfonia Agridoce (me desculpem, leitores XD) e com Acidentes Acontecem.
Mas sou uma mulher transformada, encontrei a iluminação.
Não prometo nada, mas tenho um cronograma. Estou me organizando. E, quem sabe, quando eu terminar Vinte e Um (e esse eu VOU terminar. Tenham fé!), volto para Sinfonia Agridoce (que só faltam míseros SETE capítulos para terminar e a história está toda escrita) e vejo o que faço com Acidentes.
E chega de blablablá. A sinopse de Vinte e Um, por enquanto, é a seguinte:

Pais são criaturas inacreditáveis. Eles vão dizer que só fazem o que acham melhor para você, mas a verdade é que só fazem o que é mais cômodo para eles. A verdade não é uma opção saudável – não quando se tem que lidar com toda a carga de emoções relacionadas.

O meu pai escondeu de mim algo durante vinte e um anos, para me proteger. Chega a ser engraçado que ele tenha decidido me contar exatamente quando a minha vida está em perigo.
Chega a ser hilário que ele pague pelo seu erro… com sangue.

;D

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